O Superior Tribunal de Justiça (STJ) pautou para fevereiro o julgamento de casos tributários relevantes na 1ª Seção, movimento que interessa diretamente ao empresário por seu potencial de reduzir incertezas fiscais e definir entendimentos que impactam o caixa das empresas.
Quando o STJ fixa posição em matéria tributária, cria-se um parâmetro mais claro para a atuação do Fisco e para a defesa dos contribuintes. Para as empresas, isso significa maior previsibilidade na gestão de tributos, melhor avaliação de passivos fiscais, revisão de provisões contábeis e decisões mais seguras sobre litígios em andamento ou novos questionamentos judiciais.
A definição dessas teses também pode influenciar estratégias de recuperação de créditos, adesão ou não a programas de transação tributária e o próprio planejamento financeiro e tributário para os próximos exercícios. Em muitos casos, decisões do STJ funcionam como sinalização para mudanças de postura da Receita Federal e dos fiscos estaduais.
O julgamento concentrado desses temas tende a diminuir a insegurança jurídica, favorecendo um ambiente de negócios mais estável e previsível para quem empreende.
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